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The Judge (2014)


3 estrelas (10)

The Judge (2014) é um filme com Robert Downey Jr. Feito para Robert Downey Jr, na esperança de trazer o dinheiro que o ator tem obtido das bilheteiras em filmes anteriores (e de género diferentes).  The Judge é um drama. Um drama familiar. Vê-se, os cenários são óptimos, tem grandes atores em papéis diferentes e outros menos conhecidos a fazer um papelão. O filme peca apenas por ser mais um que conta uma história em tudo igual a todas as outras. Ou seja: está repleto dos clichés americanos!




O filho pródigo volta para a casa da família disfuncional. Ele é aquele que saiu, os outros ficaram. Ele passa por um divórcio. E vê-se «forçado» a viajar subitamente para a casa da família porque lhe morre a mãe. Sejamos autênticos: os filmes fazem sempre isto: ou matam a mãe, ou o pai, mas um deles tem de morrer. Existem sempre irmãos que não foram mais na vida, porque ficaram a tomar conta dos velhos, sujeitos aos desmandos dessa família disfuncional. Mas com a chegada do irmão de fora, "tudo entra nos eixos". Claro que, só depois de muito brigarem e esclarecerem os seus fantasmas. 



Ando muito CANSADA de ver este tipo de filme em que o pobre coitado com o coração partido, de cuja mulher se vai divorciar até porque esta já encontrou outro, vai sempre para a sua cidade natal para encontrar uma "velha chama". E essa velha chama está sempre ali, à espera, solteira e disponível. Colocou a sua vida em pausa sabendo que dali a 20 anos aquele amor ia ser possível de novo. Seriously? Isto é uma tanga. E como bem diz uma user rating no IMDB, a antiga namorada (com quem se envolvem sempre) é sempre boazona. Super atraente e a miuda mais inteligente das redondezas. Mas estranhamente está sempre solteira. E sempre a acenar o sinal verde à ex-paixão. 


Este filme peca por isto. Pelo conjunto de clichés. O guião é por isso, algo fraco. Descobrir que o pai que não morreu está doente e vai falecer: outro cliché. O irmão que chega agora é que consegue tudo - os outros que ficaram durante anos e anos ao lado do pai não conseguem nada, nada sabem... mais uns abéculas que andam por ali. E quando o pai morre? Surpresa! Acontece na presença exclusiva do filho que retorna a casa... os outros que se lixem. Os outros não interessam para a história, não são o Robert Downey Jr. O filme nunca foi para eles nem sobre a família. Foi sobre o Robert Downey Jr. 

Ah, claro... havia esquecido que os autores quiseram "piscar o olho" ao público ao escolher o Robert Downey Jr. para protagonizar cenas de tribunais e cadeia. Não resistiram em "brincar" com a vida pessoal do ator, que já cumpriu pena e foi a inúmeras audiências onde se confrontava com um juiz. Só que este não era o seu papá e o RD jr não era "o melhor advogado" do mundo... mas um espantoso indivíduo com comportamentos alarmantes, sem qualquer respeito pelas leis... que se enfiava na cama de miúdas de 12 anos, na casa dos vizinhos.... Werd.  O filme foi mesmo feito para ele!



REBATISMO: O filme do Robert Downey Jr.
Favorita crítica online: 
There is not a single performance that can be faulted in The Judge. 
The cast is strong, talented and everyone gives their best. Everything else from photography, sets, locations, costumes and direction is top notch.

The thing that is horribly wrong with this movie - and with so many movies that have come out of Hollywood in the last two decades - is the writing. It's uninspired confused, dull and clichéd.
The device of 'wayward family member returning to family home to face dysfunctional family demons at wedding, funeral, whatever' was stale when Shakespeare was a lad, but it keeps getting dusted off, tarted up with a stellar cast and a hip soundtrack and dragged out to waft past yet another cinema audience. (August Osage County, anyone?) This film also manages to blend in some sub-standard court drama, a confusing side-line into incest (WTF?) and the inevitable resolution with hugs, meaningful looks and a dead body. 

My only suggestion for this movie is turn it into a movie-buff drinking game. Cliché Bingo. You'll be squiffy before you lay eyes on the old hometown girlfriend who is still mysteriously single despite being gorgeous.

The Guest (2014)


2 estrelas (10)

Deixem-me dizer que este filme é um conjunto de clichés e não traz absolutamente nada de novo. Um estranho toca à campainha de uma casa de família (pai, mãe, dois filhos, uma adolescente e um rapaz) e diz ter conhecido o falecido filho soldado. O que acontece?

"Ah, sim entre. Sinta-se em sua casa! Fique cá a morar o tempo que quiser! E tudo o que você disser, nós acreditamos. Mais do que nos nossos próprios filhos. Precisamos de si para nos ajudar a viver qualquer situação, porque somos uns abéculas acéfalos, como traças em torno da luz" - isto resume a patética falta de personalidade e credibilidade das personagens adultas da história. Pais de 3 filhos, responsáveis, sofridos, mas muito sem acção. Passam o filme todo de boca aberta, em espanto ou, excepcionalmente, a discutir com a filha adolescente e "rebelde", que quer namorar e os pais não deixam. Imagine-se o quanto é invulgar!

Ah, e não posso deixar de mencionar um momento interpretativo e argumentativo realmente seboso: a miúda que dá uma festa vê o homem novo todo armado em forte (o que não é credível mas já lá irei) e claro, os dois acabam na cama. Sublinho o quanto a atriz foi má. Mesmo over de top. Subtileza? Zero. E toda a cena, aliás - todas em que o ator é suposto ser sedutor e irresistível, são patéticas. Hollywood tem muito a mania de escolher atores quase lingrinhas, dar-lhes uns abdominais e achar que viram hércules! Not. O tipo não tem corpo suficiente para transportar dois barris de cerveja, vão mas é dar banho ao cão! 
Além disso, é indestrutível. Caramba!


Voltando às abébias parentais, sabem quando uma personagem "boazinha" na trama morre assassinada e o espetador se revolta porque é tão injusto, tão pouco merecido? Pois neste filme, esqueçam. Uma pessoa termina de assistir ao desfecho a balbuciar: "Bem feita! Mereceu".

Quando uns militares (cerca de uma dúzia deles) chegam até ao local onde o fugitivo se esconde (a casa da família abébia), os tiros não demoram a chegar. O fugitivo com umas armas e tal, os perseguidores com metralhadoras automáticas. E sim, adivinharam! Os que estão em maioria e armados até aos dentes, esburacam a casa toda, mas não matam o indivíduo, que os mata a todos logo ali, menos um, claro. Porque um tem sempre de escapar para dar continuidade à perseguição. Acabará por morrer logo a seguir, e de forma estúpida, quase sem dar luta. Já cumpriu o seu objectivo de contextualizar as vítimas e o criminoso e de dar tempo às principais personagens de se porem em fuga para se distanciarem do assassino. Mas claro, em segundos este os apanha logo. Ou isto não seria um filme de hollywood. Mas o estúpido de tudo isto é o facto da mulher estar a estender roupa no varal quando os militares chegam. Ela logo aponta para a presença do indivíduo na propriedade e é aí que começa a troca de tiros. A parvalhona está ali a ver balas a entrar na sua casa, cujas paredes parecem já uma peneira e numa pausa no tiroteio, o que é que a abébia faz? Corre para dentro de casa! Foge da protecção do militar, que a mandou baixar-se assim que o outro sacou das armas e começou a disparar e entra dentro da casa, onde o bandido entretanto se resguardou. E o tiroteio recomeça. A casa fica ainda mais esburacada. A mulher fugiu e procurou abrigo numa casa que estava a ser metralhada! É de uma inteligência 5 estrelas. E depois, claro, o bandido esconde-se na cozinha e ela está lá, sentada no chão. "O que se passa David? Quem são estes homens?" - muito burra, ainda a tratar o perfeito desconhecido que sacou de armas e começou aos tiros como se fossem amigos de confiança. Quando percebe que ele não é flor que se cheire - e isto só acontece por conveniência para o que vem a seguir, pois a estupidez dela devia ter cessado no instante em que estranhos lhe aparecem na porta pela segunda vez, atrás do primeiro... e este desata aos tiros. Mas não! No último instante, a estúpida, sabe-se lá porquê, já que não faria qualquer diferença a não ser para se colocar em risco, decidi gritar baixinho: "ele está na cozinha".. Sim, abébia. Ele está na cozinha, encostado a ti. E por isso levaste uma facada e morreste ai mesmo. E foi merecido. Não tenho paciência para protagonistas com um nível de estupidez acima da média. Extraordinariamente e convenientemente acéfalos. 

Ah, e como é esperado: mais cedo no filme o "mauzinho" oferece uma navalha ao "rapaz que sofre de bullyng na escola", a quem o mauzinho ensina uns truques e ajuda a fazer mal aos outros rapazes. Típico cliché. Obviamente, percebemos de imediato qual vai ser o fim daquela faca. Vai servir para o jovem espetá-la em que lha ofereceu. Oh, que surpresa! E para continuar os clichés, após tiros de metralhadora, mais um tiro que a jovem rapariga lhe dá para vingar a morte de todos os amigos e dos pais, mais duas facadas, uma das quais no peito - o mauzinho NÃO MORRE! Se for o mauzinho a fazer as maldades, todos morrem à primeira, mas ele é indestrutível. O filme termina com a clássica imagem cliché do bandido, disfarçado de bombeiro, a abandonar o local onde supostamente faleceu. Ah, mas não sem antes um qualquer bombeiro dizer a um investigador policial que os dois corpos que encontraram no interior da casa assombrada (outro cliché) estão sem DENTES. 
Mau. Muito mau mesmo.

A partir de hoje vou rebatizar o nome dos filmes sobre os quais escrevo.

Rebatismo do The Guest: A família Abécula


Comentários engraçados de outros users sobre este filme com os quais concordo totalmente:
(youtubers)
 "If I had to watch this movie again or masturbate with bleach - I'd say bring on the cholorox" 

"Typical american film with MP5 guys getting slaughtered by one guy and then the guy killed by small kids" 

"Wtf? How stupid does director think the public is? I feel insulted as a moviegoer".

IMDB
The story doesn't make sense! He turns up and they just take him in. Once the daughter figures out he is a fake everyone just ignores it. It turns out he is 'just' some random psychopath but part of his problem is that he kills anyone that knows who he is? 

I am truly sorry but the previous reviewers must have never watched a decent thriller movie before "EVER"

Ir ao cinema antes que o filme DESAPAREÇA



Na semana passada fui ao cinema com interesse em ver um de dois filmes que queria mesmo ver. "Os gatos não têm vertigens", filme português de António Pedro Vasconcelos e "O Físico", um filme americano com co-produção alemã. Por uma questão de horário optei por não ver este: O Físico. Mas pretendia vê-lo o quanto antes, na semana seguinte, hoje mais concretamente.


O filme já não se encontra em exibição. Queria mesmo ir vê-lo hoje, mas já desapareceu! Isto recorda-me uma das (muitas) razões pelas quais acabei por nunca mais colocar os pés numa sala de cinema. Os filmes ficam pouco tempo por lá! No caso de "O Físico" nem me recordo de ver uma promo sobre o mesmo. Foi com surpresa que o encontrei na lista de filmes e soube de imediato que era um must-see. Adorei o livro, sabendo o quanto é uma história rica, com muitos desenvolvimentos e muito para contar, era imprescindível que a sua adaptação cinematográfica recebesse maior atenção.

Irrita-me esta desconsideração e irrita-me que umas obras recebam tanto mediatismo como mais um filme sobre a figura imaginária do "Drácula" (ou super-homem, ou homem-aranha, etc) cuja atracção a meu ver não pode acrescentar muito de novo e depois uma novidade como esta história fantástica, rica em drama pessoal e em factos históricos como esta do órfão miserável que consegue se tornar físico através de uma viagem pessoal e geográfica tremenda, tendo inclusive de se fingir judeu para poder frequentar a melhor escola de físicos da antiguidade, tendo sobrevivido à peste negra, que causou durante séculos um pavor equivalente à Ébola actualmente, uma história como esta não tem mais divulgação


Oh, que irritante!
Estava na disposição de voltar às salas de cinema e pagar quase 7€ para ver este filme. Decidi faz algum tempo que não merece a pena ir ao cinema «dar» dinheiro para ver blockbusters que pouco acrescentam à arte ou que dali a seis meses vou poder ver em casa, na televisão, como foi o caso do filme com Tom Hanks, "Capitão Philips", nomeado para os óscares em finais de Fevereiro deste ano e já visto em Agosto (salvo erro) no canal de televisão Telecine. (pode ser visto novamente no TVC1 a 12 de Novembro).


Merece a pena ir ao cinema e lá deixar dinheiro se a história parecer realmente empolgante, ou se o filme parecer bem feito e é português ou co-produzido, ou de origem mais humilde e cuja qualidade perante a diversidade merece mais receitas. Os blockbusters popularuchos de origem americana são sempre a mesma fórmula e pouco acrescentam a coisa alguma, servem para ser digeridos com pipocas e deitados fora após o visionamento, tal e qual o pacote. Procuro filmes que, bons ou não, sejam feitos com paixão e façam reflectir ou acabem por ensinar algo. Para puro entretenimento, só histórias novas, refrescantes, dramas intensos e fortes como este "O Físico" me interessariam. 


O Candidato da Verdade - The Manchurian Candidate (2004)


10 estrelas (10)

Já vi este filme algumas vezes e não me canso. É muito bom. 
Além das interpretações gerais e particulares de Meryl Streep, Liev Schreiber e Denzel Washington que estão soberbas, a composição do filme está muito bem feita, é um filme com uma realização dinâmica, nada enfadonha, sólido e consolidado em todas estas vertentes de trama, guião, realização e interpretação. É um filme assustador (muito mais do que o que o antecessor), pois este baseia-se em premissas que podem muito bem ser uma duradora realidade por confirmar. E isso causa aquela «inquietação nervosa» de quem pode estar a ver uma ficção que é tudo menos isso.

Uma de algumas frases do filme que mexeram comigo é dita pela soberba Meryl Streep na personagem de Eleanor Prentiss Shaw, uma implacável mulher da política. Quando esta dá banho ao futuro vice-presidente dos EUA, o filho Raymond Shaw (Liev Schreiber),  antes da cena terminar com uma insinuação incestuosa, Raymond pergunta à mãe qual vai ser o destino do Major Ben Marco (Denzel Washington), um "fantoche" dos interesses políticos que foi manipulado através de lavagem cerebral para assassinar o futuro presidente dos EUA para que Shaw tome o seu lugar. A sua resposta é de gelar o sangue nas veias:
- "The assassin always dies, baby. It's necessary for the national healing".
"Querido, o assassino morre sempre. É necessário para o luto do país".

E num nanosegundo é impossível não recapitular mentalmente tudo o que se sabe sobre os assassinatos da vida real de Robert Kenedy, JFK e até Abraham Lincoln. Todos figuras de topo da política americana, todos assassinados sem se saber quem foram os mandantes e todos tiveram um homem só providencialmente capturado e apresentado como único responsável, um «lunático» "fantoche" para arcar com a punição, sarar a nação e assim calar a revolta do mais fervoroso incansável investigador da busca da justiça e da verdade. Semelhanças? Todas! E por isso é HORRIPILANTE.

Outro momento marcante é a interpretação de Liev Schreiber aquando desabafa no seu consultório sobre a sua vida como um Prentiss Shaw. Todo aquele desabafo se resume a: "A minha mãe aconteceu". É de horripilar pois percebe-se o quanto aquele homem foi, toda a sua vida, um fantoche terrivelmente forçado a cumprir as vontades e desejos da mãe. Uma mãe dominadora e opressora. Sentimos por um rapaz que nunca teve uma namorada, porque a mãe não permitia, nem sequer uma amizade verdadeira, pois a mãe também interferia nos contactos e conhecidos que o filho devia ter. É horroroso e dá dó.

Um terceiro momento de horror do filme é visionar a broca a perfurar o crânio de Raymond, a fim de introduzir um novo aparelho de controlo da mente. Vê-se a broca a entrar, o som que faz e tudo culmina com a impressão que faz ver que, ao sair, vem cheia de "pó" craniano. E em todo este processo, Raymond, a cobaia, está viva, acordado e sem sedativo. Apenas sobre o efeito do controlo da mente. Ele sorri à medida que lhe brocam o crânio e lhe introduzem uma agulha no cérebro! 

Mas tudo isto são descrições fortes mas resumidas para descrever um filme que aborda de forma soberba tantas questões sobre o poder por detrás do poder e o controlo, tanto desse poder como sobre o indivíduo. 

O filme feito em 62 com o «cunho» de Frank Sinatra - O enviado da Manchúria, fez merecido sucesso e sugiro que seja também visto, porém não deixa de ser um produto de época, preso que está no enredo em torno da paranóia da Guerra Fria e do medo americano da «ameaça» comunista - uma realidade de então, porém à muito encerrada. Sim, os chineses conquistaram o mundo mas foi através do capitalismo, do comércio e da economia de países ambiciosos como a América, dispostos a «fechar os olhos» em prol do lucro. Depois disto investem na política de cada qual, inclusive por cá, onde andam a comprar cada vez mais empresas que deviam manter-se nas mãos do Estado. (isto é um à parte). Portanto, o «comunismo» foi uma ameaça que o capitalismo tornou obsoleta porque a substituiu como «vilã». O comunismo como ameaça na trama é, portanto, uma conspiração datada e as próprias interpretações neste filme de 62, embora boas, também pertencem a um tempo em que heróis e vilões tinham determinados maneirismos e eram personagens mais planas. Nessa década de 60, o herói era sempre forte, tendo apenas direito a um momento de colapso nervoso. Hoje os bons filmes já não são assim, deixam a humanidade invadir bons e maus em todo o seu esplendor de medos, receios, fragilidades, força e inteligência.

O Candidato da Verdade ou no original The Manchurian Candidate é um filme de triller psicológico que nos agarra ao ecrã de princípio ao fim. Num mundo global, o terrorismo das cooperações é uma ameaça bem real ao planeta, à economia e à vida de cada cidadão, aqui ou em qualquer lugar. E cada vez mais se verifica conforme o comprova as sucessivas crises económicas, o consequente desemprego, o aumento do custo de vida e as dificuldades, cuja crise começa «lá» mas acaba por dar a volta ao mundo e atingir tal como uma onda todos os lugares. É um perigo real, tão verdadeiro, que o filme ao abordá-lo, torna-se assustador.

"Sir" Anthony Hopkins



Existem actores que depois de falecidos sobre eles se fazem filmes. Um a que me refiro é muito conhecido e oscarizado. Foi estudante de música, cumpriu dois anos de serviço militar, fez carreira como actor internacional e ao que parece, largou temporariamente a representação e presentemente dedica-se à pintura. 
Some actors have their live stories picture in a movie after they are gone. There's an oscarized movie actor that started his way trough arts has a music student, went to the army and then entered the acting business, achieving an Oscar winning performance. Now he temporary droped acting activities and dedicates himself to painting. 


Falo de Anthony Hopkins. A rainha Elizabete de Inglaterra atribui-lhe o título de «sir» que ele ostenta antes do seu nome. Com uma trajectória de vida aparentemente rica e diversificada, imagino que este é um ator com potêncial para ter a sua vida retratada em filme. ,Recentemente conseguiu que uma valsa por si composta há 50 anos, quando era estudante de música, ganhasse vida e ecoasse pelos salões pelas mãos do maestro André Rieu. Desde então Hopkins já lançou um álbum de música clássica.  
I'm talking about Anthony Hopkins. Queen Elizabeth from England has giving him the «sir» title, witch he uses before his name. With a life trajectory so diverse and aparently rich, I do imagine a few years from now, his life portrait on a movie picture. 
He is now reported to be dedicated do painting but 50 years ago he has composed a Walse that was revived from a dusty draw and became alive through the maestro André Rieu. Since then Hopkins has release an album of classical music.

Daria ou não um bom filme?
Is this or not a good movie?

http://youtu.be/1LGVGekPSzo

Os Créditos FINAIS


Se há coisa que me desagrada quando frequentava o cinema é o hábito tuga de todos se levantarem das cadeiras cheios de pressa assim que percebem que o filme vai acabar. Sabem que os créditos finais também fazem parte do filme?!



Eu gosto de escutar os créditos, ao menos. Já que passam as músicas do filme. Mas não é decerto por isso. Gosto. Gosto de ir vendo os nomes de quem fez o quê e aguardar. Aquele tempo em que os créditos passam serve para recapitular o filme, para reflectir e absorver o conteúdo. O facto de quase todos se erguerem e começarem a abandonar o recinto é um hábito que me parece contrário à própria experiência de ir assitir a um filme ao cinema


Na última vez que fui a uma sessão, fui ver um filme de animação em 3D - A idade do Gelo 3. Valeu cada segundo. Embora as pessoas na expectativa do filme acabar, algumas já se levantavam antes mesmo da palavra "FIM" surgir, eu adiei a partida o máximo que pude. E prestei atenção aos créditos, que ainda por cima eram intercalados por animações - tornando os créditos nitidamente parte da experiência do todo. Mas não tive muita opção de escolha. A sala depressa esvaziou e essa percepção fez com que as crianças que levei comigo quisessem seguir a «carneirada», envergonhadas por não se terem erguido também assim que todos os outros o fizeram. Levanto-me e dirijo-me para a saída. Nisto entram pela sala a dentro os funcionários responsáveis pela limpeza do espaço. Munidos de vassoras, pás e sacos de plástico. Entram sem cerimónia, como se eu e as crianças fossemos transparentes, contudo, inconvenientes, já como que a dizer: "O filme acabou já cá não devias estar, este espaço já não te pertence". Cruzei-me mesmo no corredor de acesso para sair da sala com estes funcionários, os créditos finais e a música ainda a passar na tela gigante... e a sala já vazia de espetadores. Até parece que os créditos duram uma eternidade e não apenas uns minutos!


E a que propósito faço um post sobre isto?
Ultimamente tenho visto filmes na televisão e deixo os créditos terminarem. No finalizinho, mesmo no fim, tem uma última cena. Uma última cena que acrescenta, complementa ou dá mais graça ao todo. Imaginem toda esta gente que se levanta e que ocupou várias salas de cinema quando foram ver este género de filmes...todos perderam este twist!




Contatos de Quarto Grau (The Fourth Kind)



Abbey TylerAn encounter in the first kind, that's when you see a UFO. The second kind is when you see evidence of it: crop circles, radiation. The third kind is when you make contact. But the fourth kind, there's nothing more frightening than the fourth. You see, that one is when they abduct you*.

Tradução: Um encontro de primeiro grau é quando se avista um OVNI. Do segundo grau é quando existem provas do mesmo (ex: destroços de rosswel). Do terceiro grau é quando existe contacto. Mas o quarto, não existe nada mais assustador que o quarto. É quando existe abdução. 

Bom, eu sou como o invenstigador de línguas no filme que disponibilizo de seguida: acredito em factos. Do primeiro grau já tive mas não liguei peva. Dos outros nem quero saber eheh! Ainda assim, neste filme usam imagens supostamente verdadeiras, de fontes diversas e inicialmente cepticas, o que levanta questões diversas sobre a origem e o tipo de vida neste e noutros planetas. 

Well, i'm like the guy in the movie that studies ancient languages. I believe facts and don't jump to conclusions. Of the first kind unfortunately I already had one. Didn't care about it a bit. Still, this movie supposedly uses real footage, from several sources, many of them were skeptical. There're some extraordinary events captured on film. To say the least, it raises questions about the origin and type of live in this planet or others.

Reminding Rosswell story's and having watch the 1986's movie just before this one, I have to say it is said that back then in 1947 the captured alive ET it is reported to have warn: "Others will come. And they are not like us".

Recordando as histórias envolvendo o caso real de Rosswell em 1947 e tendo acabado de ver o filme antes deste, supostamente o ET capturado vivo comunicou o seguinte: "Outros virão. E eles não são como nós".

Mas tire as suas próprias conclusões/but extract your won conclusion. 



Se os relatos são assustadores, existe quem banalize e ache «divertido». Eis um exemplo.


PS. Jô, eu «vi» na hora do dia (12.00). O cara aí até acertou numas coisas ahah.
 
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