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Tom Cruise


What do you think about this actor?  
Qual a vossa opinião sobre...




Because I never liked him! 
É que eu nunca fui com o nariz dele!

As dobragens PORTUGUESAS de filmes de ANIMAÇÃO


A maioria das dobragens portuguesas de filmes de animação são uma maravilha e adoro-as. Desconfio que não ficam nada a perder para o original e em alguns casos, é bem capaz de tornar ainda maior uma determinada personagem. E como tudo isto começa na tradução adequada, clap,clap,clap também para os profissionais que fazem esse trabalho. 
Gosto imenso de produtos legendados para que possa escutar os sons originais mas em alguns casos de filmes de animação, a dobragem é mesmo um deleite. Aqui ficam algumas cenas de bastidores do que é esse trabalho de dar voz a um desenho animado. E que bonitinhos que eles são :)













Homossexualidade e os artistas da 7ª Arte


Ao ver o filme "O Combate do Capitão Newman", de 1963, vou parar a uma cena entre dois personagens masculinas, militares, que falam sobre uma enfermaria. Um tenente (Dick Sargent) apresenta-se ao seu capitão (Gregory Peck) e diz o seguinte:

-“My friends call me Barney” 

Assim que este actor termina a frase acho que ele é gay. 

Isto pôs-me a reflectir no assunto. Será que era? E se era, assumia, numa altura em que convinha encobrir a homossexualidade em sociedade, particularmente no meio artístico dos estúdios do cinema?


A bem dizer, no círculo pessoal toda aquela gente do mundo do show biss sabia muito bem as preferências de cada qual, proliferavam homossexuais e favores sexuais por todos os lados, faziam-se muitas orgias e existiram muitos escândalos, alguns envolvendo mesmo mortes. Existiam casais homossexuais, mas tudo era tão ENCOBERTO!! Até casavam os atores com atrizes muito bonitas e admiradas para ocultar as suas verdadeiras preferências. Judy Garland foi casada com dois!!

Mas voltando a Dick Sargeant, que mais adiante no filme reconheço os trajectos como sendo os mesmos do actor que, muitos anos depois desempenhou o papel de Darrin Stevens na muito popular sitcom Bewitched (Casei com uma feiticeira), será que era gay?


Recorri ao Google para me ajudar. Não foi preciso muito. O título "No more straight men" providenciou logo a resposta. Como quase sempre acontece, Dick assumiu publicamente ser homossexual em 1991, depois de atingir uma idade avançada, contava já com 61 anos de vida. Somente após décadas de carreira e apenas 3 anos antes de falecer. No entanto, neste filme de 1963 já lá estava qualquer coisinha...    

Na década de 60 imagino que não era muito conveniente vir a público assumir-se gay... se bem que Vicent Minelli, conhecido cineastra casado em 1951 com Judy Garland e pai de Liza Minelli era um conhecido bissexual... ou será que só foi "conhecido" posteriormente??

Na década de 90 a coisa começava a sair do armário. Alguns ainda achavam que podia ser uma atitude precipitada, outros nem por isso. Foi também uma década "lixada" com muitas mortes de AIDS, muitas ocorridas dentro da comunidade homossexual, vitimando artistas conhecidos, o que fez com que a doença chegasse a ser apelidada como "a doença dos homossexuais". Mas a SIDA (AIDS) como todas as outras doenças venéreas, transmitem-se porque eram todos uns promíscuos, e a promiscuidade e libertinagem costumam ser uma porta aberta para desfechos catastróficos. Depressa a doença espalhou a todos os estratos sociais, géneros e preferências sexuais. Claro, com vidas secretas e outras paralelas só para agradar as massas, não podia ser muito diferente...

Rock Hudson, um apreciado e bem aparentado actor de Hollywood, tornou-se uma espécie de ícone sobre a morte por causa de AIDS quando faleceu da doença em 1985, tendo assumindo poucos dias antes ser homossexual. É o único que me lembro de ser noticiado e de ver noticiado na TV, era eu apenas uma criança. Rock, há semelhança de muitos, também andou a "fingir" ser hetero, mas enchia a mansão de jovens musculados e fazia imensas orgias. A promiscuidade numa altura em que todos quase que se achavam imortais e invencíveis perante umas doençazinhas venéreas que davam para ir vivendo normalmente ou curavam-se, vindo e indo... Até a AIDS aparecer.

Em pleno século XXI, na década de 2010 e mesmo antes, acho RIDÍCULO que ainda se continue a praticar o "ocultismo". Não que defenda que os artistas têm de andar a expor a vida privada na cara de todos, mas bastava deixarem-se de conversas de treta e subterfúgios. Essa cobardia irrita-me. Tantos antes deles procuraram normalizar a coisa, para uns continuarem debaixo do lençol...

Sei que em alguns países a homossexualidade ainda é condenada com a morte e acho isso pavoroso, mas não mais pavoroso do que a eterna descriminação entre os géneros. Aflige-me mais quando em países desenvolvidos existem regiões mais retrógradas em que a "lei" ainda é feita pelas próprias mãos... como no Brasil, onde a pesquisa que fiz agora calhou ir dar para uma notícia do assassinato de um defensor dos direitos homossexuais. Isto aliado às palavras de uma jornalista no programa "Fora de Horas" da SIC, fez-me pensar que existem partes do mundo em que países aceitam bem a homossexualidade, mas dependendo de onde se vai... Agora em Portugal? A terra dos brandos costumes?? Aqui seria excepção, acho que ninguém corre risco algum a não ser aquele que TODOS NÓS corremos desde que nascemos, que é sermos vítimas de descriminação por parte de um doido, ou porque se é gordo, ou porque se usa óculos e se é inteligente, ou porque se é feio, ou porque se é atraente, ou porque se é pobre, ou porque se é mongolóide... Enfim. O Bulling quando nasce é para todos Loool!

Como dizia, em pleno século 21 não tem cabimento a forma dissimulada com que a nossa sociedade homossexual artística procura ocultar essa sua realidade. Não percebo porque se devem fazer desfiles e marchas gays, todas pomposas e carnavalescas, quando ninguém mais se choca ou contesta a homossexualidade. Aliás, é esse tipo de "olhem para mim" que não aprovo de todo. Preferia muito mais ver dois homens de mãos dadas ou a darem um beijo na boca como qualquer outro casal, do que saber que se anda em marchas em que se apropriaram da inocência do arco-íris para lhe dar uma conotação de tabu. Não que aprecie exageradas manifestações de intimidade em público, porque não acho nada bonito ver duas pessoas devorarem-se no meio de uma movimentada esplanada, mas manifestações normais de afecto, os gestos quotidianos, que mal têm?



Neil Patrick Harris é um actor americano cujo talento muito admiro. Ficou conhecido logo cedo por protagonizar Doggie Houser, na série Doggie Houser MD., ou melhor dizendo, o que aqui ficou conhecido como a sitcom "O menino Doutor", de finais da década de 80, início de 90. Neil continuou a sua carreira fazendo alguns filmes e séries televisivas e está neste momento a viver um ponto alto, evolução que se aponta como sendo rara em actores que começam a ter sucesso em criança. Graças a uma sitcom chamada "How I met your mom", onde interpreta um mulherengo incorrigível. As suas capacidades artísticas e também a sua amplitude como artista ficou em evidência, notando-se uma capacidade extraordinária para cantar, dançar, fazer malabarismo e, claro, representar. Neil é homossexual, tendo-se assumido não sei bem quando. Recentemente abriu a porta da sua casa à conhecida apresentadora Ophran Winfrey para lhe apresentar a vida doméstica, o companheiro e os dois gêmeos gerados pelo casal após fertilizarem óvulos de uma dadora e os implementarem noutra mulher para viver a gravidez.

Ás claras. É assim que gosto das coisas. E será que Neil vai ter a carreira prejudicada por isso? 
Não me parece!!


PS: Tenho estado propositadamente a falar de homossexualidade no lado masculino e não no lado feminino, porque acredito que a sociedade as diferencia e as descrimina, existindo mais abertura para os homens homossexuais e menos para as mulheres homossexuais (das quais raramente se ouve falar). É o que chamo de sociedade machista! Até na homossexualidade  :)) 

Jaws - another parody


O filme "Tubarão" resumido num scketch de humor

JAWS - Tubarão


Encontrei este vídeo e achei por bem partilhar. Está ótimo!

Download this mp3 from Beemp3.com
Update: Como desapareceu o de cima que era de extrema qualidade sonora, aqui fica o do youtube:



E aqui o link para se divertir e cantar em simultâneo

Matthew Broderick



Ele não parou de trabalhar, mas parece ter mantido um perfil discreto, entrando em filmes suaves ou com temáticas mais dirigidas ao público infantil. Falo de Matthew Broderick, um actor norte-americano que fez sucesso no cinema em 1985, como "Mouse", intermediário e testemunha do amor entre um lobo (Rutger Hauer) e um falcão (Michele Pheifer) no filme "A mulher Falcão". No ano seguinte, entrou para o história do cinema ao interpretar um carismático gazeteiro em "O rei dos Gazeteiros".

Talento e carisma não parecem tê-lo abandonado até hoje. Mas os filmes que tem feito, embora interessantes e com o seu valor, não o projectaram para o estrelato para o qual parecia estar talhado. A sua vida porém, sofreu uma revira-volta difícil de contornar quando, em 1987, foi responsável pelo choque frontal entre o carro que conduzia e uma outra viatura. O impacto resultou na morte imediata de duas mulheres, mãe e filha.
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Em 2003, ano da morte de sua mãe, Matthew concorda encontrar-se com o pai e irmão das vítimas, para dar um fecho ao caso. Talvez por isso, tenha mantido um perfil mais afastado dos holofotes, talvez por isso, se ressinta. Talvez... não tenha nada a ver!

No seu curriculo, existem comentadas participações no teatro. Contudo, não mais teve papéis de destaque dentro de filmes com temáticas mais normais. Fez "Godzilla", considerado um filme-fracasso embora pouco se deva à sua interpretação. Teve boas interpretações em filmes como "Viciados no Amor", ao lado de Meg Ryan e "A Eleição" com Reese Witherspoon. Tirando estes exemplos, todas comédias mais ou menos românticas, Matthew continuou na linha "Disney" e fez filmes como "O Inspector Gadget" e deu a voz a alguns filmes animados como "O Rei Leão".


No ano 2000 o sucesso de "O Sexo e a Cidade" projecta a sua esposa para o então desconhecido estatus de super-estrela. Sarah Jessica Parker, inexplicávelmente na minha opinião, numa série de cáca (na minha opinião), torna-se uma estrela e Matthew Broderick deixa de ser tão reconhecido pelo seu talento, tanto quanto é por ser o "marido" de Sarah Jessica Parker. O casal teve um filho por via normal em 2002 e, em 2009, no meio de rumores de instabilidade matrimonial, aluga uma barriga de aluguer para aumentar a família. Surgem duas filhas gêmeas. Pouco depois dão-se rumores de infedilidade por parte de Matthew, na altura em que Jessica encontrava-se a filmar o filme "O Sexo e a Cidade". Sim, a porcaria da série também virou filme... e teve sequela. Vá lá entender-se! Basta umas palavras mais directas e escrever "sexo" e "pila" 50 vezes no roteiro de cada episódio, e a coisa dizem que se trata de um produto inovador...

Mistik River


Grande filme. Adoro a história. Diálogos soberbos. Nunca li o livro (2001) mas sem dúvida que este deve ser um daqueles raros casos em que a adaptação ao cinema não descuida a história. Sean Pen é para mim, o único que tem a interpretação menos realista. Bem sei que levou o Óscar mas, ao rever o filme, acho que, apesar de estar bem, não está perfeito. Já os outros parecem estar. As suas interpretações cintilam. Estão perfeitas. A minha favorita é a de Kevin Bacon. Um polícia com coração de ouro muito bem interpretado. O rapaz que fez de namorado da rapariga assassinada também esteve muito bem. É de surpreender não ter feito mais filmes. Os restantes estão todos lá: desde as personagens menores aos paralelos, todos cintilam tanto nos seus papéis, que dá gosto ver.

It´s a great movie. I love the story and the perfect dialogs. I’ve never read the book (2001) but, without dough, this must be a case where a book adaptation to the cinema results in perfection. Sean Pen is, for me, the only one that has a less good interpretation. The rest of the cast is simply perfect. They shine as bright has they could in their roles.All perfect interpretations. However, my favourite is Kevin’s Bacon. A good but tuff cop, with a sensitive hart. The dead girl boyfriend was also very nice. I’m surprise to find out he never act again on movies.


De resto, a história fascina pela mensagem que carrega. Parece querer dizer “cá se fazem, cá se pagam”. Jimmy é atraiçoado pelo melhor amigo e não o perdoa. Assassina-o, mesmo sobre súplicas em nome do jovem filho e do que estava por nascer. Catorze anos depois, essa criança que ainda semente não conheceu o pai, vingou-o, ou o espírito deste vingou-se. Acabou por matar a adorada filha do assassino de seu pai.

The story is fascinating because of the message underneath all. It seems to be saying: it will come back to bite you in the ass! Jimmy ends up murdering is best friend, because a betrayal that led him to prison. He doesn’t listen to his begin in the name of is young son and soon to be born one and shots him twice. 14 years after, this unborn child ends up murdering, by accident, Jimmy’s beloved daughter.

O filme termina como se se avistassem mais desfechos semelhantes para o futuro das personagens. Michael, órfão de pai graças a Jimmy, é o único rapaz no desfile que está triste e não acena ao público. O pai desapareceu e nunca mais vai voltar a vê-lo… é só o início de um sofrimento duradouro e traumatizante para esta criança. Mais ainda quando descobrir que a mãe contribuiu para esse desfecho.

The movie ends promising more similar stories in the future years. Michael, now an orphan, again, thanks to Jimmy’s unfortunate second murderer, is his main victim. The boy is the saddest one on the parade. A lot of grief and pain is reserved to him, has he will be missing is good father that played with him, and took him to school. When he finds out his mother contributed without realising, to his killing… a lot of pain his reserved for this small boy.

O plano com que o realizador decide abrir o desfile, mostrando as duas meninas filhas de Jimmy também nos faz pensar qual das duas vai, no futuro, pagar pelo presente gesto do pai.

The directors choice for the opening scene of the parade, the two remaining young daughters of Jimmy, it’s very powerful. It makes one wonder what the future will bring and witch one is going to pay violently for their fader gesture.

Além desta lição de vida, a história prima também por dar uma outra visão da função da polícia. Ao contrário das habituais adaptações cinematográficas, onde os bandidos acabam por receber o afecto do público e a polícia surge corrupta e abusadora do seu poder, nesta história fica provado que não se deve fazer justiça pelas próprias mãos. O trabalho da lei sai enobrecido, com um trabalho de investigação bem feito, limpo, com muitos golpes de sorte no que respeita à boa memória dos interrogados e dois detectives exemplares.

Besides this life lesson, the story gives another vision of police work. Otherwise others cinema productions, one is exposed to policemen good work, instead of corruption and power abuse. Its message is: “do not take justice to your own ands”. The two cops are good detectives, do their job well and successful.

Duas vidas desaparecem e duas novas surgem, recompensando o polícia competente e com coração com o regresso da esposa, que trás ao colo uma menina, sua filha, que ainda não conhecia. Duas vidas são tiradas no filme, duas regressam para o polícia de bom coração.

Two lives disappear but two others return, to compensate the cop with a good instinct and heart.
 
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